"Missão espacial suicida procura voluntários habilidosos para árduo treinamento".
Não saiu no jornal, mas é uma possibilidade que surgiu no final de 2010. Sei que eu nunca trouxe notícias p'ra vocês, mesmo porque o objectivo do blog não é este, mas achei deveras interessante quando ouvi essa estória, e hoje estava lembrando disso.
A Nasa estava cogitando a hipótese de enviar astronautas à Marte, one way ticket. Uma viajem apenas de ida, seria muito mais fácil de ser organizada, e mais barata.
Astronautas treinados durante anos, seriam mandados para examinar o planeta vermelho, e viver nele até que uma outra missão os resgatasse, ou até que eles morressem mesmo, tanto faz.
Obviamente, a ética não permite que a Nasa ou qualquer outra entidade escolha os "coitados", mas eles poderiam ser voluntários, assumindo o possível risco de nunca mais voltarem.
E aê, quer dar um passeio em Marte p'ra sempre?
Não seria nem um pouco estranho, caso o governo bancasse a família dos astronautas pelo resto da vida, com uma pensão de encher a pança... Não que eles realmente fossem precisar, porque nunca vi astronauta de família pobre, mas este não é o caso...
Acredito que muitos de vocês devem estar pensando "poha, além de ajudar a ciência e fazer algo muito louco pelo que eu sempre acredito... Vou ficar famoso e garantir uma vida boa p'ra minha família!".
Agora pensem em apenas uma coisa... Qual a diferença entre isso e um homem-bomba muçulmano? Quer dizer... Ambos vão se matar pelo que acreditam e garantir um futuro bancado p'ras suas famílias.
Claro que não esperamos que os astronautas matem ninguém indo p'ra Marte, mas isso fica p'ra outra estória...
Eu estava pensando nisso hoje... Tenho que reflectir um pouco mais, é um assunto delicado.
Ou não.

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