Inteligência...
Ontem tive uma briga séria com a Laila por causa disso, e como eu acredito que a verdade é universal, e não relactiva como muita gente erroneamente pensa, vou tentar provar isso.
Na verdade não deveria ser difícil provar isso, pois exemplos baratos deveria ser capazes de fazê-lo por si só:
Nunca viu uma pessoa que não era boa em nada? Ou uma que era boa em quase tudo que tentou fazer na vida? Isso deveria ser o suficiênte p'ra mostrar como existem pessoas mais inteligentes, mas vocês poderias refutar com o argumento de que todos têm a mesma capacidade, e alguns apenas usam mais do que outros. Mas eu rebateria dizendo que as ligações neurológicas são o que forma a inteligência, e não o número de neurônios... Essas ligações são formadas principalmente durante a infância, e são causadas pelo uso do cérebro de forma lógica e racional, elas até ocorrem durante a idade madura, mas são muito mais fracas.
Resumindo: a inteligência vem da utilização do cérebro, e ela não é igual em todas as pessoas. Acredito que existem pessoas com "preguiça" de pensar, seja lá em quê. E infelizmente essas pessoas são a maior fatia do mundo.
Claro que inteligência não é tudo, ainda existe sabedoria, esperteza, e milhões de outras qualidades psicológicas mas elas vão ficar p'ra outro post.
Podem dizer que "cada um teve uma vida própria, e experiências próprias", mas sabemos que mesmo sob as mesmas experiências, existem pessoas que absorvem aprendizado consciente, e outras não aprendem nada. Uma pessoa saber muito sobre um tema, não significa nada, pois até o astrofísico mais sábio do mundo em sua área, não gasta nem um por cento de sua capacidade nisso. Logo, um idiota que dedicar sua vida inteira p'ra algo, vai acabar sendo bom nisso, mesmo sendo incompetente em todo o resto.
Devemos medir a inteligência de uma pessoa no geral, e em como ela reage à informações novas.
É um pensamento muito bonitinho de que "todos são iguais e as núvens são feitas de algodão-doce", mas não passa de lixo p'ra mim.
Sempre existirão os Peões do mundo, sem capacidade alguma, e os Reis. Assim como precisamos dos Cavalos e até dos Bispos, por que não? Nossas Torres e Rainhas, mas p'ra cada Rei terão oito Peões.
Vamos deixar logo de hipocrisia e aceitar a verdade universal, parar de achar que gostos são mais importantes que qualidade, e que todos têm o direito de ferrar tudo.
Acho que o post ficou muito furado, porque não estou com vontade suficiênte p'ra escrever um livro aqui, e em poucas palavras não dá p'ra explicar direito...
Qualquer dúvida, contra-argumentação, reclamação ou insulto, favor atacar a área de comentários.
Até.
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
terça-feira, 16 de novembro de 2010
A morte tem que ser triste?
Andando na rua senti uma vontade forte de explodir, como se eu fosse uma bexiga cheia com seis lítros de sangue quente, que pintaria as ruas, paredes, carros...
Talvez isso represente a vontade de me notarem, ou apenas a vontade daquela dor que nunca passa ser dividida em milhões de gotas.
Talvez eu escrevesse um testamento antes, dizendo coisas como "deixo a Dalilla pro Tiago, e a Sarah p'ra Lari"...
É, eu poderia fazer isso agora, vejamos como seria:
Deixo a Dalilla, minha guitarra, pro Tiago, que é um grande amigo que sempre me trouxe bons momentos, se não for o melhor. A Sarah, minha câmera, gostaria que ficasse com a Lari, que é uma pessoa tão especial, mas não tem plêna noção disso. Meus livros eu gostaria que ficassem com a Cris, grande filósofa que me ajudou muito já, com abraços e berros. A Nanda fica com minhas roupas, hahaha, acho que ela ia gostar de uma coisa ou outra.
Na verdade, agora que parei p'ra fazer isso, vejo que não tenho mesmo muita coisa, acabei tendo mais amigos do que heranças. Queria deixar algo pro Bruno e pro Carioca, pro André e p'ra Bruna, p'ra Stephanie, por que não? Queria dar um mundo p'ra cada uma dessas pessoas que eu gosto tanto, mas não tenho nada.
Nunca quis ter nada, é verdade. P'ra mim a vida nunca teve sentido, então viver como um Rei ou um Hippie não tinha muita diferença, não queria construir nada.
Se quiserem mesmo saber, eu não quero trabalhar sem ser útil p'ra nada, não quero salvar o mundo nem destruir ele, e diferente de Knulp, eu não quero nem observar. Queria me congelar e acordar em dez mil anos, mesmo que fosse um apocalipse de vulcões e animais gigantes cospindo veneno, seria melhor do que esse dia infernal de hoje.
Um dia eu sumo de verdade, vocês vão ver.
Vou me cremar e vão passar anos me procurando, enquanto minhas cinzas voam sem estórias p'ra contar.
Nada do que eu tentei fazer na vida deu certo, e olha que eu nunca tive nenhuma grande ambição. Nunca quis ser um Rock Star nem nada, se eu conseguisse compor uma música, que fizesse alguém, mesmo que uma criancinha desconhecida, sentir o que eu sinto quando escuto What The Worst That Could Happen por exemplo, eu já seria a pessoa mais feliz do mundo.
É tão fácil me fazer feliz, as pessoas não percebem isso. Eu tenho a minha timidez extrema que disfarço com minhas palhaçadas, mas cada abraço é uma explosão de felicidade.
Não consigo fazer tanta coisa que quero, mesmo sabendo que é fácil demais. Não consigo dizer pro meu Pai que amo ele, e ele está morrendo. Não consigo pegar um maldito ônibus p'ra Elói Mendes nem dar um soco na cara daquela pessoa que eu odeio. Nunca consigo fazer nada, que inferno.
Queria que uma vez na vida, só uma, eu saisse do papél e fizesse alguma coisa.
P.S.: AAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!
Talvez isso represente a vontade de me notarem, ou apenas a vontade daquela dor que nunca passa ser dividida em milhões de gotas.
Talvez eu escrevesse um testamento antes, dizendo coisas como "deixo a Dalilla pro Tiago, e a Sarah p'ra Lari"...
É, eu poderia fazer isso agora, vejamos como seria:
Deixo a Dalilla, minha guitarra, pro Tiago, que é um grande amigo que sempre me trouxe bons momentos, se não for o melhor. A Sarah, minha câmera, gostaria que ficasse com a Lari, que é uma pessoa tão especial, mas não tem plêna noção disso. Meus livros eu gostaria que ficassem com a Cris, grande filósofa que me ajudou muito já, com abraços e berros. A Nanda fica com minhas roupas, hahaha, acho que ela ia gostar de uma coisa ou outra.
Na verdade, agora que parei p'ra fazer isso, vejo que não tenho mesmo muita coisa, acabei tendo mais amigos do que heranças. Queria deixar algo pro Bruno e pro Carioca, pro André e p'ra Bruna, p'ra Stephanie, por que não? Queria dar um mundo p'ra cada uma dessas pessoas que eu gosto tanto, mas não tenho nada.
Nunca quis ter nada, é verdade. P'ra mim a vida nunca teve sentido, então viver como um Rei ou um Hippie não tinha muita diferença, não queria construir nada.
Se quiserem mesmo saber, eu não quero trabalhar sem ser útil p'ra nada, não quero salvar o mundo nem destruir ele, e diferente de Knulp, eu não quero nem observar. Queria me congelar e acordar em dez mil anos, mesmo que fosse um apocalipse de vulcões e animais gigantes cospindo veneno, seria melhor do que esse dia infernal de hoje.
Um dia eu sumo de verdade, vocês vão ver.
Vou me cremar e vão passar anos me procurando, enquanto minhas cinzas voam sem estórias p'ra contar.
Nada do que eu tentei fazer na vida deu certo, e olha que eu nunca tive nenhuma grande ambição. Nunca quis ser um Rock Star nem nada, se eu conseguisse compor uma música, que fizesse alguém, mesmo que uma criancinha desconhecida, sentir o que eu sinto quando escuto What The Worst That Could Happen por exemplo, eu já seria a pessoa mais feliz do mundo.
É tão fácil me fazer feliz, as pessoas não percebem isso. Eu tenho a minha timidez extrema que disfarço com minhas palhaçadas, mas cada abraço é uma explosão de felicidade.
Não consigo fazer tanta coisa que quero, mesmo sabendo que é fácil demais. Não consigo dizer pro meu Pai que amo ele, e ele está morrendo. Não consigo pegar um maldito ônibus p'ra Elói Mendes nem dar um soco na cara daquela pessoa que eu odeio. Nunca consigo fazer nada, que inferno.
Queria que uma vez na vida, só uma, eu saisse do papél e fizesse alguma coisa.
P.S.: AAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!
sábado, 6 de novembro de 2010
Post Perdido1
Sempre que eu encontrar algo que escrevi com o intúito de postar aqui, mas esqueci, vou seguir esse padrão de título e... Bom, de título.
________________
Oi oi.
Hoje eu estava filosofando bastante, e filosofar seguindo a minha filosofia é dar voltas em torno de alguma coisa tentando descobrir o que tem por baixo.
Pensei sobre a Lua, sobre o Sol e sobre como ele nunca deixa ela tocar nele... Sobre o fogo e a água, e como ele esquenta ela, mas se ela tocar nele acaba o matando.
Pensei em muitas coisas, e como sempre não descobri o que tem em baixo, porque mesmo deduzindo, nunca teremos certeza até levantar a coisa.
Dizem que o cérebro é um músculo que deve ser usado constantemente p'ra crescer forte... Mas quem diz isso não sabe que o cérebro não é um músculo! Hahaha
Eu comprei um livro hoje, que chama Dialectica Errística... E o título não é o mais complicado dele, acreditem.
Sabe aqueles escritores que gostam de falar difícil e pagar de intelectuais? Pois é, o livro é 30% sobre o tema, e mais 70% de comentários e explicações de um autor brazileiro que adora palavras cabeludas.
O autor original é um daqueles alemães do séc. XIX, que tinham sobrenome de cerveja, e provavelmente teve vinte filhos com uma mulher que nem conhecia o nome direito.
Schopenhauer... Isso que é nome de homem mano!
O prefácio do meu post já está enorme, deixa eu começar isso logo.
Esses autores são tidos como pessoas inteligentes e cultas por usar palavrossauros dos mais diversos calíbres, e sempre que possível confundir nossas mentes com idéias absurdas que nos trazem aquela sensação de dislexia adquirida.
Quando vocês os acham grandes cultössaurus erectus por isso, só estão jogando seu jogo.
É importante ressaltar que, o recipiente que nos trás a informação, é tão importante quanto a cor da latinha do seu refrigerante.
Sempre que eu vou escrever algo, tento ser claro, não necessariamente directo, mas gosto de pensar que não vai ser uma leitura cansativa... Gosto de dividir em muitos parágrafos, pois assim o leitor tem mais intervalos e se sente menos cansado, mas claro que nem sempre isso é possível.
É uma pena que quando eu terminar algum dos meus dez mil livros, sua leitura vai ser tão símples que será tido como uma obra menor, ou serei o novo Charles Bukowski?
Durante minhas viágens filosóficas sob a luz da Lua, me encontrei em um grande dilema: se um homem nunca se banha duas vezes no mesmo rio, e um rio nunca banha duas vezes o mesmo homem, como um homem só pode escrever um livro? Escrever um livro é um processo demorado, à menos que você escreva um lixo como Twilight, o que não deve levar mais de um mês.
Digamos que eu levasse um ano p'ra escrever meu livro... Em um ano eu mudei muito, me tornei outra pessoa, com outros interesses e prioridades... Um romance escrito em plêna metamorfose pode ser um conto só? Se eu ficar um mês sem colocar uma palavra no papel então, a leitura será mais prejudicada ainda, onde entre um capítulo e outro tanto a escrita, quanto as personágens e hambiente serão drasticamente mutados!
Pensando nisso, acreditei ter resolvido o problema ao reescrever o livro assim que terminado, de forma rápida e mudando tudo para que fique da forma mais uniforme possível. Então que surge mais um problema! Se eu fizer isso estarei matando as personágens, e destruindo meu próprio livro, escrito pelo antigo eu... Que coisa triste, estou nesse dilema moral agora, "matar ou não matar".
Aceito opiniões nos comentários, não que eu vá levar em conta. :D
De qualquer forma, espero que tenham entendido.
Sem mais, Nik.
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Oi oi.
Hoje eu estava filosofando bastante, e filosofar seguindo a minha filosofia é dar voltas em torno de alguma coisa tentando descobrir o que tem por baixo.
Pensei sobre a Lua, sobre o Sol e sobre como ele nunca deixa ela tocar nele... Sobre o fogo e a água, e como ele esquenta ela, mas se ela tocar nele acaba o matando.
Pensei em muitas coisas, e como sempre não descobri o que tem em baixo, porque mesmo deduzindo, nunca teremos certeza até levantar a coisa.
Dizem que o cérebro é um músculo que deve ser usado constantemente p'ra crescer forte... Mas quem diz isso não sabe que o cérebro não é um músculo! Hahaha
Eu comprei um livro hoje, que chama Dialectica Errística... E o título não é o mais complicado dele, acreditem.
Sabe aqueles escritores que gostam de falar difícil e pagar de intelectuais? Pois é, o livro é 30% sobre o tema, e mais 70% de comentários e explicações de um autor brazileiro que adora palavras cabeludas.
O autor original é um daqueles alemães do séc. XIX, que tinham sobrenome de cerveja, e provavelmente teve vinte filhos com uma mulher que nem conhecia o nome direito.
Schopenhauer... Isso que é nome de homem mano!
O prefácio do meu post já está enorme, deixa eu começar isso logo.
Esses autores são tidos como pessoas inteligentes e cultas por usar palavrossauros dos mais diversos calíbres, e sempre que possível confundir nossas mentes com idéias absurdas que nos trazem aquela sensação de dislexia adquirida.
Quando vocês os acham grandes cultössaurus erectus por isso, só estão jogando seu jogo.
É importante ressaltar que, o recipiente que nos trás a informação, é tão importante quanto a cor da latinha do seu refrigerante.
Sempre que eu vou escrever algo, tento ser claro, não necessariamente directo, mas gosto de pensar que não vai ser uma leitura cansativa... Gosto de dividir em muitos parágrafos, pois assim o leitor tem mais intervalos e se sente menos cansado, mas claro que nem sempre isso é possível.
É uma pena que quando eu terminar algum dos meus dez mil livros, sua leitura vai ser tão símples que será tido como uma obra menor, ou serei o novo Charles Bukowski?
Durante minhas viágens filosóficas sob a luz da Lua, me encontrei em um grande dilema: se um homem nunca se banha duas vezes no mesmo rio, e um rio nunca banha duas vezes o mesmo homem, como um homem só pode escrever um livro? Escrever um livro é um processo demorado, à menos que você escreva um lixo como Twilight, o que não deve levar mais de um mês.
Digamos que eu levasse um ano p'ra escrever meu livro... Em um ano eu mudei muito, me tornei outra pessoa, com outros interesses e prioridades... Um romance escrito em plêna metamorfose pode ser um conto só? Se eu ficar um mês sem colocar uma palavra no papel então, a leitura será mais prejudicada ainda, onde entre um capítulo e outro tanto a escrita, quanto as personágens e hambiente serão drasticamente mutados!
Pensando nisso, acreditei ter resolvido o problema ao reescrever o livro assim que terminado, de forma rápida e mudando tudo para que fique da forma mais uniforme possível. Então que surge mais um problema! Se eu fizer isso estarei matando as personágens, e destruindo meu próprio livro, escrito pelo antigo eu... Que coisa triste, estou nesse dilema moral agora, "matar ou não matar".
Aceito opiniões nos comentários, não que eu vá levar em conta. :D
De qualquer forma, espero que tenham entendido.
Sem mais, Nik.
Got the power!

Power! Oh, feel the power!
Poder, poder... Uma palavra poderosa, não? Mas o que é o poder, se não a capacidade de algo?
Se eu tenho a capacidade de convencer alguém à algo, se eu puder direcionar alguém à algo, então eu tenho o poder para isso.
As pessoas confundem muito, e é minha obrigação moral ser a luz que guia seus passos em falso. Hahaha
Ter poder é importante sim, ter poder é ter liberdade para isso ou aquilo, mas o que as pessoas não lembram é que a liberdade não é nada além de mais elos na corrente que te prende ao chão.
"Afinal, o mais triste dos pássaros é o que foge de sua gaiola p'ra se ver prisioneiro dos céus"
Pense em uma pessoa poderosa, mas uma muuuuito poderosa mesmo, e não pode ser eu!
Pense no Bill Gates, o homem mais rico do mundo... Ele é poderoso, pode ter quase qualquer coisa que quiser, mas ele morre com as mesmas feridas que você ou eu, sofre das mesmas dores de cabeça e corações partidos.
É preciso compreender que existem tipos e tipos de poder, tantos quanto estrelas no céu ou coisas para se fazer. Bill Gates tem poder faraônico sobre assuntos materiais, financeiros. Mas suas palavras não valem muita coisa, principalmente em quesitos científicos, por exemplo. Se Bill Gates quiser contrariar a Teoria da Evolução das Espécies, ninguém vai se dar ao trabalho de ler o que ele tem à dizer... Porque ele não tem poder nessa área. Ele não tem o poder p'ra ganhar um campeonato de Skate ou p'ra criar um medicamento que cure um câncer.
Para se ter poder, ou se constrói algo, ou se ganha. Mas nem tudo se pode ganhar, e presentes não duram p'ra sempre.
*horas depois*
Acabei de abrir essa coisa "sem título" e percebi que eu tinha parado no meio de um texto... Esqueci de terminar isso p'ra postar.
Mas tudo bem, resumindo: o poder mais importante que se pode ter, além de ser invisível e voar, é o poder de não fazer nada.
Aproveite seus super poder, seja ele fazer leite ou hibernar. ;)
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